23 de mar. de 2010

Física

Uma bailarina de 48kg apóia-se sobre a ponta de uma de suas sapatilhas, cuja área em contato com o piso é de 6,0 cm². Determine a pressão em pascal que a bailarina exerce sobre o piso.
R=  Fn=p=mg      Fn=48;10   Fn=480N

Como a área da sapatilha sobre a qual esse força é distribuida é de 6,0 cm, para obter a pressão em pascal devemos transformar essa área para metro quadrado.
1 cm = 10(-2)m  1cm² = 10(-4)m²      S=6,0cm².10(-4)²

definição de pressão:

p=/fn/s   p= 480/6,0.10(-4)   p=8,0.10(5)   Pa=800 000 Pa


O valor máximo para a pressão exercida pela sapatilha deve p=3,0.10(5)Pa. Como o peso da bailarina não varia, a força normal é Fn=480N,

P=fn/s  s=fn/p   s=480/3,0.10(5)   s= 1,6.10(-3)m²

Transformar essa área em cm²

s=1,6.10(-3)m²  s=1,6.10(-3)-10(4)cm²   s=16cm²


Um bloco de gelo flutua na água. O que acontece com o nível da água quando o bloco derrete?
O nível não muda, quando ele derreter, como a massa é constante ele terá uma diminuição de 10% de seu volume, o que mantera o nível da água.


Um submarino possui estrutura para suportar uma pressão absoluta de até 20x10 elevado a 5. Considerando g=10m/s², densidade da água 10³kg/m³ e pressão atmosférica 1,0x10 elevado a 5 Pa, pode-se afirmar que esse submersível pode alcançar profundidade-limite de:



P = Par + Págua ......(P é pressão total)


20x10^5 = 1,0x10^5 + Págua


Págua = 19x10^5


ugh = 19x10^5 .....(u é densidade)


10^3x10xh = 19x10^5


h = 19x10^1


h = 190 m

Exercicios de física

O volume de uma amostra de  oléo de M=800g é 200 cm³. Determine a densidade desse oléo em g/cm³ e kg/m³
R= v=200
M=80o
d=m/v     d=800/200    d=4g/cm³

d= 4.1000 d= 4000kg/m³

Sabendo que a densidade do aluminio é d=2,7 g/cm³ determine, a massa de um cubo de alumínio de 10cm de aresta.
B) O volume de um bloco de aluminio de massa 540g

R= v=(10cm)³    v= 1000cm³

d=m/v   dv=m          m=2,7.100   m=2700g       m=2,7kg

B)d=m/v  v=m/d   v=540/2,7 v= 200cm³

21 de mar. de 2010

Gasoduto do Vale do Aço deve ficar pronto em 2010

A Gasmig já concluiu 40% das obras do terceiro e último lote do gasoduto Vale do Aço, em Minas Gerais. O diretor comercial da empresa, Roberto Garcia, contou ao EnergiaHoje, que a expectativa é que o ramal seja entregue em abril do ano que vem.



Com 126 km e 16” de diâmetro, o lote tem investimento previsto de R$ 200 milhões e é destinado ao atendimento sobretudo da indústria no interior do estado, majoritariamente siderúrgica. A implantação do projeto está sendo tocada pela Galvão Engenharia, que está trabalhando em três frentes, duas na área urbana e uma em área rural.


Garcia explicou que um dos focos de atenção da empresa nesse projeto agora é a ligação do empreendimento com fibra ótica. Além disso, a concessão da licença de operação também está sendo negociada com o Ibama atualmente.


No total, o gasoduto do Vale do Aço possui 278 km de extensão, seu diâmetro varia entre 16'' e 18'', possui pressão de 38 bar e uma capacidade de transporte de 2,9 milhões de m³/dia. Para isto, estão previstos investimentos de R$ 626 milhões.

Com isso deve vir algumas empresas para Ipatinga aumentado, aumentando as chances de quem está a procura de uma vaga no mercado de trabalho.
Será uma ótima coisa também estou querendo uma.

5 de mar. de 2010

Inveja

A inveja é uma doença



Mascarada e bem matreira...


Entra sem pedir licença


E age de qualquer maneira...


Como grande e eterno mal


Que corrói a humanidade...


Tem sintomas de maldade,


Quando o corpo dá sinal...


Eu acho, que é afinal


Uma coisa tão imensa...


Onde o cérebro pouco pensa,


Bloqueado nas emoções...


E por muitas mais razões


A inveja é uma doença...


É criada num desvelo


Insolente, e tão dramático...


Demostrada num reumático


Que nos sai do cotovelo...


Planta até dores no cabelo,


Quando chega sorrateira...


E de forma desordeira,


É cobiça em casa alheia...


Como coisa negra e feia,


Mascarada e bem matreira...

Se a cabeça é invadida


Pelo "vírus" da inveja...


Toda ela então almeja


A perder tempo de vida...


Quando é vil e mais sentida,


Traz a cor da desavença...


Escurece a nossa crença


Com a crença da desdita...


Esta coisa tão esquisita,


Entra sem pedir licença...


Foi em tempos ancestrais,


O pavor de hoje em dia...


Feita coisa algo sombria,


E um dos pecados mortais...


Consta mesmo nos anais,


Dessa escrita pioneira...


Como uma forte lareira,


Ardendo com muita pressa...


Chega queimando a cabeça,


E age de qualquer maneira!...